O Segredo de Chanel

Uma estilista que revolucionou a moda no século XX, Coco Chanel trouxe conforto e simplicidade (não deixando a elegância de lado) para as mulheres que, na época, usavam roupas desconfortáveis em função de um padrão de beleza.

Mas, para alguém que era chamada de revolucionaria e “à frente ao seu tempo”, Chanel tinha pensamentos bem antiquados.

Agente da Inteligência Alemã, identificada pelo numero F-7124, Coco era, na verdade, uma esspiã nazista.

Diante do caos presente em Paris, Coco teve mais um caso amoroso, o espião do serviço secreto alemão, barão Hans Günter Dincklage. Foi Hans o seu bilhete dourado para entrar para a inteligência alemã, criando uma ponte para resolver os seus problemas através de uma troca de favores.

Para libertar seu sobrinho André Palasse, prisioneiro de guerra dos nazistas, Coco serviu como informante, usando de seus contatos com homens poderosos da grande capital, incluindo o ex-amante dela, duque de Westminster, o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Winston Churchill.

Com o Hans, a estilista continuou a ter uma vida de luxo enquanto os franceses se acumulavam em filas esperando pela distribuição de alimentos, que raramente eram feitas.

Além disso, aproveitou-se das leis nazistas para tentar tirar a empresa de perfumes e cosméticos Chanel da propriedade de seus sócios, Pierre e Paul Wertheimer, ambos judeus.

Quando os Aliados finalmente libertaram a França do poder nazista, mulheres que se deitavam com os nazista eram arrastadas pelas ruas, completamente nuas. Porém, nada foi feito com Coco. Apenas foi convidada a dar depoimento, negando todo e qualquer envolvimento com a inteligência alemã.

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